terça-feira, 8 de junho de 2010

Aushwitz

Questionário para a disciplina de TIC - João Grilo

1. Qual a sua opinião sobre Aushwitz.
A minha opinião é igual a tantas outras, que defendem os valores da dignidade, da igualdade e da liberdade humanas. Neste ponto é consensual registar este lugar como um dos mais terríveis lugares que a história alguma vez conheceu, um campo de extermínio alemão, que foi, na verdade uma fábrica de produção de morte.
Há que ver para acreditar! Segundo relatos actuais, a carga negativa deste campo ainda se sente, naqueles que o visitam.
Muitas são as imagens perduraram no tempo, retratando o inimaginável, por isso é importante que nunca esqueçamos estas verdadeiras Fábricas Nazis de Cadáveres.

2. Consequências destes Campos.
Consequências que perduram no tempo, milhões de judeus perderam a vida de forma horrível, os pais, os filhos, os amigos, as atrocidades cometidas nestes campos, tornaram quem os mantinha em verdadeiros monstros, sem qualquer respeito pelos valores máximos da dignidade humana.
Os sobreviventes destes campos, carregaram consigo a experiência cruel que vivenciaram, o que se pode verificar através dos inúmeros depoimentos, sobre as memórias, deixados por aqueles que conseguiram sobreviver ao holocausto nazi.

3. Qual a figura mais mediática deste campo.
Muitas foram as figuras que se destacaram pela negativa, os campos de Auschwitz eram dirigidos pela SS comandada por Heinrich Himmler. Os comandantes do campo foram Rudolf Hoess até o verão de 1943, seguiu-lhe Artur Leibehenschel e Richard Baer. Hoess deu uma descrição detalhada do funcionamento do campo durante seu interrogatório ao final da Segunda Guerra Mundial, detalhe que complementou em sua autobiografia. Ele foi executado em 1947 em frente da entrada do forno crematório de Auschwitz I.
4. Qual número de pessoas mortas neste campo.
O número total de mortes produzidas em Auschwitz-Birkenau está ainda em debate, mas estima-se que entre um milhão e um milhão e meio de pessoas tenham aí perdido a vida.

5. Quais as condições de Aushwitz.
As condições como podemos verificar através das imagens que nos chegaram até hoje, atribuem aqueles locais, autênticos lugares nos quais se violavam quaisquer direitos inerentes aos seres humanos. Os trabalhos forçados, a ausência de alimentação, as condições desumanas ligadas à higiene, aos locais onde dormiam. As valas a céu aberto, nas quais colocavam os cadáveres uns por cima dos outros, a putrefacção, o cheiro a morte percorria todo o campo, cheiro este que ainda é sentido devido à excessiva carga negativa e pesada que estes campos testemunham por si só.
Filip Müller – sobrevivente das cinco liquidações do “comando especial” de Auschwitz.
“O gás, quando começava a agir, propagava-se de baixo para cima. E no Pavoroso combate que tratava então…pois era um combate… a luz cortada nas câmaras de gás, ficava escuro, não se via nada, e os mais fortes queriam sempre subir mais alto. Sem dúvida sentiam que quanto mais subissem, menos ar lhes faltava. (…) E ao mesmo tempo quase todos precipitavam-se para a porta. Era psicológico a porta estava lá… E é por isso que as crianças e os mais fracos, os velhos, encontravam-se em baixo, e os mais fortes por cima. Nesse combate da morte, o pai já não sabia que o seu filho estava lá, debaixo dele.”

6. Que tipo de torturas eram aí aplicadas.
A maioria dos prisioneiros chegava ao campo de comboio, com frequência logo depois de uma terrível viagem em vagões de carga que durava vários dias. A partir de 1944 estendeu-se a linha do comboio para que chegasse directamente ao campo. Algumas vezes, ao chegar o comboio, os prisioneiros eram passados directamente para as câmaras de gás. Em outras ocasiões, os nazis seleccionavam alguns prisioneiros sob a supervisão de Josef Mengele, para ser enviados a campos de trabalho, ou para realizar experiências. Geralmente as crianças, os anciãos e os doentes eram enviados directamente para as câmaras de gás.
Quando um prisioneiro passava a selecção inicial, era levado a passar um período de quarentena e era-lhe atribuída uma tarefa ou enviado a trabalhar em algum dos campos de trabalho anexos.
Aqueles que eram seleccionados para exterminação eram enviados para um dos grandes complexos de câmaras de gás/crematórios para os extremos do campo. Dois dos crematórios (Krema II e Krema III) tinham instalações subterrâneas, uma sala para despir e uma câmara de gás com capacidade para milhares de pessoas. Para evitar o pânico, as pessoas eram informadas que iriam tomar banho e levariam um tratamento desinfectante. A câmara de gás inclusive tinha tubulações para banhos, embora nunca tenham sido conectadas com o serviço de água. Ordenavam às vítimas que se despissem e deixassem os seus pertences no vestiário, onde supostamente as poderiam recuperar ao final do tratamento, de modo que deviam recordar o número da localização de seus pertences. Uma vez selada a entrada, descarregava-se o agente tóxico Zyklon B pelas aberturas no tecto. As câmaras de gás nos crematórios IV e V tinham instalações na superfície e o Zyklon B introduzia-se por janelas especiais nas paredes. Logo depois de mortos, os corpos eram levados a uma sala de fornos anexa por prisioneiros seleccionados, chamados Sonderkommandos onde eram queimados.

Professora
Ana Caroço

Entervista a joao alfaiate um jogador de Andebol



há quanto tempo jogas Andebol?


eu jogo Andebol desde 24 de novembro de 2009.


gostas de jogar andebol?


sim, é muito divertido.


no proximo ano lectivo continuaras no andebol?


sim , eu quero continuar com o andebol.


quantos jogos e que jogaste nesta epoca?


eu joguei 10 jogos nesta epoca.


queres fazer do andebol uma profissao?


não. apenas um passatempo.


treinas quantas vezes por mês?


eu treino 8 vezes por mês.

Trabalho realizado por Duarte Frade nº8

Entrevista a uma Bailarina



Tema: Dança
Entrevistadora: Marta Barradas
Entrevistada: Maria Margarida Ramos
A Dança é uma arte. E como na minha opinião, não é valorizada como merecia no nosso país, decidi entrevistar uma pessoa que já tem alguns anos de experiência em dança para saber o que significa para esta a dança.

1-Há quanto tempo danças? (Com que idade começaste a dançar)
Danço há 12 anos, comecei a dançar com 4 anos.
2-O que significa para ti a dança?
Na minha opinião a dança não é nada mais nada menos que a expressão da nossa alma, com música. Reflecte a nossa maneira de ser e estar.
3- Que estilos de dança já dançaste ou danças?
Já dancei contemporâneo e neste momento danço ballet e hip hop.
4- Qual o estilo de dança que preferes?
Dança contemporânea, sem dúvida!
5- O que sentiste a primeira vez que dançaste? (Que recordações tens disso e como foi)
Penso que cada vez que se dança, dança-se como se fosse a primeira vez, independentemente do princípio. Por isso o que sinto agora, é exactamente o que senti há 12 anos atrás, o que me faz concluir que nasci para dançar.
6- Queres fazer da dança uma profissão?
Actualmente, acho que não se consegue viver da dança, somente! Mas sim, era um sonho conseguir atingir esse patamar.
7- Achas que a dança em Portugal é valorizada como merece?
Definitivamente, NÃO! Penso que a dança começou a atingir um suplemente baseado na sorte, e que quem não tiver essa dita sorte no momento exacto com as pessoas certas, obviamente que não vai ter um grande futuro em aberto.
8- Sei que já tiveste experiencias em programas de televisão, nomeadamente “Febre da Dança” e “Achas que Sabes Dançar”, como foi?
São experiencias que apenas servem para nos aumentar o curriculum de vivencias, pois certas ou erradas, positivas ou negativas, de certa maneira são experiencias que nos fazem pôr à prova, aquilo que de melhor sabemos fazer… que é dançar! Apesar de ter participado nestes programas não me sinto com mais ou menos capacidades que uma pessoa que nunca as tenha tido… pois o nosso valor e a nossa arte sobrepõe-se a câmaras e júris, porque no final de contas a dança é a nossa vida, e estes programas não passam de apenas PROGRAMAS DE TELEVISAO!
Marta