Emigrei para França perto da fronteira com a Bélgica.
2)Como foi ir para o estrangeiro muito nova e como eram as pessoas de lá?
Foi muito duro pois nunca é fácil e especialmente indo para lá muito nova com os meus 12 anos num país estrangeiro com uma língua diferente é muito difícil.
3)Como é a escola no estrangeiro.
É muito exigente e as crianças saem melhor preparadas e o modo de ensino é um pouco melhor. Mas penso que em Portugal o ensino está a melhorar mas ainda tem algumas deficiências.
4)Como foi a adaptação à sua escola?
Como em todo o meu tempo na França foi difícil porque naquela altura as pessoas ainda eram um pouco xenofobiasmas passado algum tempo começaram a gostar de mim e foi mais fácil. Uma das outras dificuldades foi a escola ficar a 3 km e eu ter de ir de bicicleta ao vento, frio e neve.
Na nossa escola há turmas muito viajadas. As turmas do 8ºC e D foram a Itália no âmbito da disciplina de História. Depois de recuperar da viagem um dos alunos participantes deu-me uma entrevista.
Em que dia e a que horas partiram de Évora?
Partimos a treze de Abril, às quatro da manhã. Do aeroporto partimos por volta das oito.
E foram com que professores?
Fomos com as professoras Maria Belém Fonseca e Isabel Carreira de História e com a professora Helena Quadrado de Francês. E ainda houve pais que nos quiseram acompanhar e foram connosco.
Em que cidades estiveram?
Aterrámos em Bolonha, estivemos em Veneza e Florença, Treviso e Barcelona.
Canal de Veneza
Quando chegaram a Itália qual foi o primeiro sítio que visitaram?
Quando chegámos a Bolonha um autocarro veio buscar-nos e levou-nos para Florença onde deixámos as malas na Pousada da juventude onde iríamos dormir e depois fomos visitar uma galeria.
Pousada da Juventude
Como era o vosso dia?
Passávamos o dia a visitar galerias e monumentos. Visitámos a Galleria dell'Accademia, que é onde está a estátua de David, feita por Miguel Ângelo. Em Florença tivemos um guia que nos acompanhou durante um dia. Visitámos também a Catedral de Florença, estivemos junto do Palazzo Vecchio, estivemos em muitos sítios.
Palazzo de Vecchio
Qual a cidade que gostaste mais?
Florença, porque tem mais monumentos, mais história. Tinha mais haver com o objectivo da viagem, que era ver monumentos do tempo do Renascimento.
Qual o monumento que mais gostaste de ver?
Catedral de Florença, porque é um monumento muito grande.
Catedral de Florença
Como reagiram à notícia do vulcão da Islândia?
Reagimos bem, porque não queríamos voltar para Portugal e isso deu-nos um pretexto para ficarmos em Itália mais uns dias.
O que é que fizeram nesses dias?
Tivemos de mudar de alojamento, passámos do hotel no qual estávamos em Veneza para outro hotel. Aproveitámos para comprar o resto das lembranças para a família e num dos dias dividimo-nos em grupo, uns ficaram em Veneza a visitar locais que ainda não tínhamos visitado, e os outros foram a Treviso.
Vidro Murano
Como foi a viagem de regresso?
Voltámos para Portugal de autocarro. Partimos de Veneza ás onze e meia da noite do dia 19 de Abril. Dormíamos no autocarro, víamos filmes… Parámos em Barcelona para visitar a cidade e depois voltámos para Portugal.
Quando chegaram?
Chegámos quarta-feira dia 21, vínhamos muito cansados e nesse dia não fomos ás aulas.
Manuel Piçarra é professor de Português na escola Gabriel Pereira e professor de teatro no Grupo de Teatro Temporal. Esta entrevista destina-se a saber como é que ele consegue conciliar a sua profissão e a gerir um grupo de teatro.
1 – Como nasceu a ideia de criar, na escola Gabriel pereira, um grupo de teatro? Profº Manuel - O grupo de teatro na escola Gabriel Pereira nasceu dentro de uma aula de Português, por vontade de um grupo de alunos. Logo nesse ano, criámos a nossa versão do “Auto da Barca do Inferno”. No ano seguinte, a vontade de fazer teatro continuou e o grupo “Temporal” (foi assim que se começou a chamar por decisão dos seus membros) criou nova peça, “O Principezinho”.
2 – Como consegue conciliar o trabalho com o grupo de teatro com o a sua profissão? Profº Manuel - As duas coisas estão ligadas, pois o grupo de teatro está ligado à escola como actividade complemento curricular. Assim, todas as actividades do grupo de teatro são patrocinadas pela escola. Por outro lado, é preciso salientar todo o apoio que a escola Gabriel Pereira dá ao seu grupo de teatro. Professores, alunos, funcionários, encarregados de educação e direcção da escola estão sempre ao lado do Grupo de Teatro Temporal e é graças a eles que este existe com tanto sucesso à quase 20 anos. Portanto, como se vê torna-se fácil conciliar o grupo de teatro e a minha profissão.
3 – Como é constituído, hoje em dia, o Grupo de Teatro Temporal? Profº Manuel – O grupo de teatro é constituído por alunos de várias idades e várias escolas, como por exemplo Escola Secundária Gabriel e Escola Básica Integrada André de Resende, etc..
4 – É difícil por vezes, no grupo de teatro, estarem todos de acordo? Profº Manuel - Por vezes sim, já que há muita gente, de várias idades e com mentalidades diferentes. Mas tentamos sempre discutir as nossas ideias para conseguirmos chegar a um acordo, que todos gostem. A ideia é começar sempre por ler, em conjunto, algumas obras e depois decidimos, entre todo o grupo, qual é a que nos interessa fazer. Como disse atrás, por vezes é difícil chegar a um entendimento mas, como gostamos muito de trabalhar em grupo, conseguimos sempre produzir um espectáculo que é fruto das ideias de todos.
5 – Como é que organizam uma peça no Grupo de Teatro Temporal? Profº Manuel – Primeiro, sobre que assunto e, consequentemente, que peça que queremos representar. Em seguida, se encontrarmos um texto já escrito, começamos a distribuir papéis, senão estiver escrevemo-lo e então distribuímos os papéis. Em terceiro lugar, começamos logo a ensaiar a peça para irmos entrando na personagem e aperfeiçoando tudo.
· Qual é a actividade desportiva que pratica? Pratico Ténis.
· Há quanto tempo joga ténis? Por volta de 5 anos.
· Quem é o seu treinador? Cristiano Pinto.
· Tem quantos treinos semanais? Todos os dias.
· Mais ou menos que procedimento têm as suas aulas? Começamos com um aquecimento, de seguida batemos bolas e depois fazemos um jogo.
· Quais foram os seus objectivos alcançados? Consegui ser campeão regional. · E quais os objectivos que ainda quer vir a alcançar? Quero ganhar o título de campeão ou vice-campeão do campeonato nacional ou um campeonato de nível A.
· Quem é o seu maior ídolo? É Roger Federer.
· Pretende seguir uma carreira no ténis? Sim. Pretendo fazer história em Portugal.
Maria Beatriz Rodrigues Pires
Breve história de uma profissão
Profissão exercida
-Professora do 1ºciclo
Quanto tempo exerceu esta profissão?
Exerci esta profissão durante 33 anos. Trabalhei em várias escolas, umas com maior população escolar, outras com menos. A minha actividade profissional foi distribuída por várias povoações, desde aldeias a cidades.
Que Universidade frequentou?
Para o exercício das minhas funções frequentei a antiga Escola do Magistério Primário, escola que formava professores para a tarefa especial de desenvolver as primeiras aprendizagens. Alguns anos depois fiz formação em ensino especial para me dedicar ao trabalho com crianças com dificuldades de aprendizagem e só mais tarde fiz o Complemento de Formação em Ciências da Educação na Universidade de Évora, tendo em conta um maior enriquecimento pessoal profissional.
Quais as disciplinas que precisou tirar para exerce esta profissão?
Além das disciplinas habituais existentes em qualquer curso para enriquecimento cultural, houve que aprender matérias muito específicas para o desenvolvimento da tarefa de ensinar como por exemplo:
-Psicologia
-Pedagogia
-Ensino das Didáticas
Quais foram as maiores dificuldades que teve no 1º dia de aulas?
Não me lembro de me ter confrontado com dificuldades, mas sim com um peso enorme da responsabilidade que a partir daquele momento caía sobre mim. Cheguei aos 19 anos a uma escola de aldeia, esperava-me uma turma composta por alunos de 1º e de 2º ano num total de trinta e dois. Sabia que tinha muito trabalho a fazer. Aqueles pequenos rostos estavam ansiosos por aprender, esperavam da professora o melhor e a professora queria cumprir a sua obrigação profissional. Foi isso que fiz com muito gosto e dedicação.
O contacto com os alunos como foi?
Posso considerar, que o contacto com os alunos ao longo da minha profissão, decorreu sempre de uma forma muito familiar, com muita amizade e que se estendeu à família. Ainda hoje existem muitos laços de amizade que são as marcas de uma relação saudável criada entre escola e família. Continuo a considerar que a escola é o prolongamento da família, por essa razão escola e família têm de apostar num trabalho conjunto. A valorização do ensino está no empenho de todos- pais, alunos e professores.
1- A partir de que altura se iniciou o teu interesse pelo teatro? Sempre gostei imenso de teatro, mas só a partir do ano 2007 é que entrei para o grupo de teatro Temporal, por influência da minha irmã mais velha.
2- O que sentes quando estás em palco? Não dá para descrever é uma sensação óptima, apesar dos nervos que muitas vezes tenho. Ás vezes estamos no palco e nem vimos as pessoas o que para mim é bom, porque não me desconcentro e fico menos nervosa porque é como se estivesse num ensaio. 3- Qual foi o papel que mais gostaste de interpretar? Não tenho nenhum em especial, porque me identifico em alguma coisa com todos. Mas gostei muito de fazer de Baco e de Felice. 4- O que fazes antes de entrar em palco? Faço um exercício de concentração e ponho tudo a postos para se precisar de mudar de roupa ser rápida.
5- Quando estás em baixo o teatro ajuda-te a sentires-te melhor? Sim. Os ensaios são sempre muito divertidos.
Margarida Barbeiro
Entrevista sobre a infância do meu pai!
1.Como foi a sua infância? R: Foi dura e pesada tive vários problemas e que me obrigaram a começar a trabalhar aos 13 anos. 2.Que trabalho fizeste? R:Trabalhei com máquinas agrícolas 3.Tambem trabalhaste como taxista? R: sim, na altura ainda não tinha carta de condução mas tirei passado 5 meses, e foi como taxista que conheci a tua mãe. 4.como se conheceram? R: eu fui a Lisboa e ela a tua mãe estava numa paragem de autocarro e mandou parar o táxi, e fomos feliz ate hoje.
ana rita buchas
Entrevista: Auxiliar de Geriatria
Entrevista por: Daniel Matos Entrevista a: Filomena Matos
- Qual é a sua profissão? Auxiliar de Geriatria.
- Que desempenhas na sua profissão? Faço apoio domiciliário e serviços no centro.
- Em que consiste? Consiste em fazer higiene e limpezas a pessoas que necessitem.
- Tais como? Pessoa com dificuldades de mobilidade e acamados quer por motivo de idade ou de doença.
- Quantos são os idosos e quantos são os auxiliares? Neste momento em centro de dia são 40 e os auxiliares 12 Os apoios são 12 fora os domicílios de limpezas que são neste momento 11
- E é feito tudo no mesmo dia? Os apoios de higiene são feitos todos os dias de manhã e saem todos os dias duas equipas de dois elementos. Na parte da tarde são feitas as higienes de habitação repartidas pelos dias da semana.
- Também fornecem refeições? Sim e neste momento todos os dias são fornecidos em casa dos utentes 20 almoços e jantares.
- E como é que os idosos se deslocam para o centro de dia? Temos dois motoristas de serviço diariamente que procedem ao transporte dos utentes.
- Qual o nome do centro de dia? Centro Social e Paroquial Nossa Senhora de Fátima É mesmo só centro de dia Por enquanto sim esperamos que venha a ser construído o lar
- Esta instituição trabalha sozinha ou com associados? Esta instituição trabalha em conjunto com a segurança social.
Entrevista:
(Funcionário do IEFP)
Entrevista feita por:João Pires
Entrevista feita a:José Pires
1-O que e que faz diariamente?
Fazer encontros entre quem precisa de empregos e entre quem oferece
2-Que pessoas e que procuram mais os serviços onde trabalha:
a)Homens/Mulheres
b)Jovens/Adultos
3-Têm havido maior afluência de pessoas a procurar os seus serviços nesta altura?
Nos últimos tempos têm sido muito maior.
4-Que tipo de respostas é que os serviços têm para essas pessoas?
E difícil ter ofertas para as pessoas mas as que existem são satisfatórias.
5-De uma forma geral qual e o período de tempo que as pessoas ficam sem emprego?
Antigamente (há dois anos atrás) as pessoas ficavam desempregadas cerca de 6 meses a 1ano,neste momento chegam a ficar ate três anos.
6-As pessoas com maiores habilitações tem mais oportunidades de emprego?
Podem estar mais tempo a procura mas acabam por ter mais oportunidades.
7-Habitualmente as pessoas aceitam empregos cujo ordenado é inferior ao que tinham?
Neste momento, a grande maioria já aceita.
8-Quanto tempo dura o subsídio de desemprego?
De acordo com a idade das pessoas pode variar de 12 meses a 36 meses
9-As pessoas preferem ficar a receber subsídios ou aceitam as ofertas que os serviços lhefazem?